Pergunte quantas transações eles realizam a cada ano

A capacidade de resposta pode ser afetada pelo quanto o agente tem para dar.

Você vai querer garantir que eles mantenham um fluxo constante de negócios, mas também que não mordam tanto a ponto de não conseguirem lhe dar a atenção que você merece. “Eu procuraria alguém que estivesse no meio do caminho entre sete e vinte transações por ano”, diz Lance McHan, da Keller Williams. “Meu motivo é que eles têm um nível de competência, mas ainda assim não estão tão ocupados a ponto de me passarem para seu assistente ou coordenador de transações.”

Alguns corretores de imobiliárias trabalham no setor apenas em meio período, o que afetará o número de transações que eles realizam a cada ano, mas se você é novo na compra ou venda de casa ou está procurando um tipo muito específico de propriedade, você deve ter cuidado examine esse agente de meio período para garantir que ele tenha o conhecimento profissional e as conexões de que você precisa.

Teste seu conhecimento do mercado – “O trabalho de um agente é conhecer todo o mercado”, diz Allison Bernstein. “Eles precisam pesquisar e aprender todas as coisas que podem ou não pertencer às necessidades e desejos do cliente, antes da reunião – e não DURANTE a reunião.

O agente certo deve conhecer o histórico de preços, as comparações do mercado e tudo o que existe atualmente no mercado. Se eles não forem capazes de fornecer uma visão abrangente do mercado, o cliente não estará obtendo valor agregado. https://www.remax.com.br/casas-para-alugar-em-indaiatuba

Como implementar o remarketing

Saiba aqui

Priorizar o remarketing pode ser uma estratégia eficaz para aumentar as despesas e melhorar o retorno sobre o investimento em marketing digital. Com uma abordagem bem planejada e segmentada, você pode reconquistar usuários e maximizar o potencial de vendas. Defina Seu Público-Alvo: Use ferramentas de análise para identificar segmentos de público que interagiram com seu site, como visitantes de páginas de produtos ou aqueles que não completaram uma compra. Crie Listas de Remarketing: Utilize plataformas como Google Ads ou Facebook Ads para criar listas de remarketing com base em critérios específicos, como tempo gasto no site ou ações realizadas.

Desenvolva Anúncios Atrativos: Crie anúncios visualmente atraentes e relevantes que lembrem os visitantes sobre os produtos ou serviços que eles visualizaram. Use diversos formatos de anúncios: experimente diferentes formatos, como anúncios gráficos, vídeos ou anúncios dinâmicos, para ver o que ressoa melhor com seu público. Defina a Frequência e a Duração: Controle a frequência com que seus anúncios são exibidos para evitar a saturação e defina a duração do remarketing para manter a relevância. Monitore e Otimize: Analise o desempenho das campanhas de remarketing regularmente e faça as configurações necessárias para melhorar a eficácia. Exemplos de Remarketing Abandono de Carrinho: Exibir anúncios para usuários que adicionaram produtos ao carrinho, mas não finalizaram a compra, incentivando-os a voltar. Upselling e Cross-selling: Mostre produtos complementares ou atualizações para usuários que já contribuíram com algo.

A diferença entre o valor intrínseco de um ativo e a percepção momentânea de preço

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Você já passou pela frustração de comprar uma ação ou uma criptomoeda porque ela estava “bombando” nas redes sociais, apenas para ver o preço desabar na semana seguinte? Essa é a dor mais comum de quem começa a investir sem entender que preço e valor são coisas completamente diferentes. Quando a ansiedade dita o ritmo da sua carteira, você deixa de ser um investidor para se tornar um espectador refém do humor alheio.

O abismo entre o custo e o que o ativo realmente vale

O preço é o que você vê no seu aplicativo de corretora. É o número que muda a cada segundo, influenciado pelo medo, pela euforia, por notícias de última hora ou pelo simples fluxo de ordens de compra e venda. Já o valor intrínseco é uma medida de sustentabilidade. Imagine um prédio de apartamentos: se o mercado imobiliário entra em pânico e os imóveis da vizinhança perdem 30% do preço, o prédio ainda continua lá, com as mesmas unidades alugadas, a mesma estrutura e a mesma geração de aluguel.

No mundo dos investimentos, o valor intrínseco de uma empresa, por exemplo, é determinado pela sua capacidade de gerar lucro, sua vantagem competitiva e a solidez do seu caixa. No caso do Bitcoin, o valor intrínseco está ligado à sua escassez programada, segurança da rede e utilidade como reserva de valor digital. Se o preço cai, mas os fundamentos — a “estrutura do prédio” — permanecem intactos, o mercado está apenas oferecendo um desconto momentâneo, e não uma perda real de qualidade.

Quando a psicologia atropela a matemática

O maior erro de quem está começando é permitir que a percepção momentânea de preço guie a estratégia. Pense em alguém que comprou uma boa empresa pagando um múltiplo caro apenas porque o papel subiu 20% em um mês. Quando ocorre uma correção natural, essa pessoa entra em pânico e vende no prejuízo, acreditando que o ativo “não presta”. Na verdade, o ativo pode ser excelente, mas a percepção de preço estava inflada pela euforia coletiva.

É o caso clássico da reserva de emergência ou de investimentos de longo prazo. Se você precisa do dinheiro no mês que vem, você é escravo da volatilidade. Se você está construindo patrimônio para daqui a dez anos, a oscilação diária torna-se apenas ruído. O investidor experiente olha para o preço apenas para saber se está comprando um bom negócio com margem de segurança ou se está pagando caro demais por um otimismo exagerado.

A influência do memorial de incorporação na transparência das futuras taxas extras

Quem já comprou um imóvel na planta sabe que a ansiedade pela entrega das chaves costuma ofuscar a leitura dos documentos técnicos. Entre eles, o memorial de incorporação é o guardião mais importante das informações sobre o que, de fato, será entregue pelo construtor. Ignorar esse calhamaço de papéis é o caminho mais curto para surpresas desagradáveis com taxas extras logo nos primeiros meses de condomínio.

O memorial de incorporação não é apenas uma formalidade burocrática exigida pelo cartório. Ele é o espelho da viabilidade financeira e técnica do empreendimento. É ali que a construtora descreve minuciosamente os acabamentos, os sistemas de segurança, as áreas comuns e, principalmente, a previsão orçamentária para a instalação do condomínio. Quando um comprador ignora esse documento, ele deixa de saber se o valor do condomínio projetado durante a venda é realista ou uma estimativa otimista demais.

Onde moram as taxas extras inesperadas

A maioria das taxas extras que surgem após a entrega das chaves tem origem em descrições vagas ou omissões propositais no memorial. Imagine a situação: um novo edifício é entregue e, dois meses depois, o síndico convoca uma assembleia para cobrar uma cota extra para a instalação de um sistema de automação no portão ou a compra de equipamentos para a academia que, segundo os moradores, “deveriam estar inclusos”.

Se o memorial de incorporação não detalha que a academia seria entregue equipada, a construtora está juridicamente protegida por ter entregue apenas o espaço físico. O prejuízo acaba caindo no colo dos proprietários, que precisam aprovar uma taxa extra para mobiliar o ambiente. Analisar se o memorial especifica itens como mobiliário, metais, iluminação e equipamentos de lazer é a melhor forma de blindar o bolso contra esses custos imprevistos.

A segurança jurídica como proteção financeira

Um memorial bem redigido funciona como um contrato de fidelidade entre o que foi prometido no estande de vendas e o que será construído. Se o documento é genérico, usando termos como “acabamentos de primeira linha” sem especificar marcas ou padrões, a margem para a construtora economizar material é enorme. O problema é que, muitas vezes, essa economia na obra gera custos de manutenção altíssimos a curto prazo.

Materiais de baixa durabilidade em áreas comuns, instalados para reduzir o custo da obra, demandam trocas frequentes ou reparos constantes. O resultado? O condomínio precisa criar taxas extras de manutenção para substituir o que deveria ter sido planejado para durar anos. Ao ler o memorial, procure por:

  • Descrições técnicas de marcas e modelos dos elevadores e geradores.
  • Especificações sobre os revestimentos das fachadas e áreas de circulação.
  • Detalhamento dos equipamentos de segurança, como câmeras e sensores.
  • Previsão clara de quais itens de mobília das áreas comuns estão cobertos pela incorporação.

O papel da gestão imobiliária e da análise técnica

Muitos compradores recorrem a corretores apenas para negociar o preço do imóvel ou a forma de pagamento, esquecendo que um bom profissional pode orientar sobre a leitura técnica do memorial. Em vez de focar apenas na metragem quadrada, peça ao seu corretor ou a um engenheiro de confiança para verificar se a planilha de estimativa de custos do condomínio é compatível com o padrão do prédio.

Se você está investindo em um imóvel na planta, encare o memorial de incorporação como o manual do seu futuro patrimônio. O custo do condomínio é uma despesa perene, mas as taxas extras são os “vilões” silenciosos que corroem o planejamento financeiro. A transparência começa na leitura atenta das páginas que ninguém quer ler, mas que definem a saúde do seu bolso pelos anos que virão. Quando a especificação é clara e o planejamento é rigoroso, a chance de ser surpreendido por um boleto inesperado após a entrega das chaves diminui drasticamente.

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Além da nitidez: o impacto da visão periférica na nossa sensação de segurança espacial

A acuidade visual, medida frequentemente por meio da tabela de Snellen durante uma consulta oftalmológica, diz respeito apenas ao foco central — a capacidade de identificar letras ou objetos na fóvea. Contudo, nossa interação com o ambiente depende de um mecanismo muito mais amplo: a visão periférica. Enquanto o foco central nos permite ler um livro ou enxergar detalhes minuciosos, é a periferia que nos mantém conectados ao espaço tridimensional e garante nossa integridade física ao nos deslocar. A mecânica dos fotorreceptores e a percepção de movimento A retina não é uniforme em sua composição. No centro, a mácula concentra uma densidade altíssima de cones, responsáveis pela visão de cores e alta resolução. À medida que nos afastamos do centro, a densidade de bastonetes aumenta drasticamente. Os bastonetes são células fotorreceptoras extremamente sensíveis à luz e, crucialmente, ao movimento. Eles não focam imagens nítidas, mas possuem uma latência de processamento muito menor que os cones. Na prática, isso significa que, quando você caminha por uma calçada movimentada e desvia de um ciclista que surge lateralmente antes mesmo de virar a cabeça, foi o sistema periférico quem processou o estímulo. O cérebro recebe esse sinal de movimento bruto e prioriza a informação, disparando uma resposta de atenção ou desvio. Quando há uma patologia que compromete o campo visual, como o glaucoma em estágios avançados, o paciente pode manter 20/20 de visão central, mas perder a capacidade de detectar obstáculos laterais, tornando a navegação espacial perigosa e incerta. O impacto da restrição do campo visual no cotidiano A perda de visão periférica, comumente chamada de visão em túnel, altera profundamente a percepção de segurança. Imagine um cenário de direção automotiva: ao entrar em uma rotatória, o motorista depende da visão periférica para monitorar veículos adjacentes sem desviar o olhar do fluxo principal de tráfego. Se o campo visual está reduzido por inflamações oculares não tratadas ou por degeneração das fibras do nervo óptico, o tempo de reação diante de um perigo lateral torna-se insuficiente. A segurança espacial é, portanto, uma construção neurológica baseada na integração da visão periférica com o sistema vestibular — o nosso equilíbrio interno. Quando a visão periférica falha, o indivíduo costuma apresentar uma marcha mais hesitante, um aumento na frequência de esbarrões em batentes de portas e uma fadiga visual maior, pois o cérebro tenta compensar a falta de informação periférica realizando movimentos oculares rápidos e constantes (sacadas) para “varrer” o ambiente. Estratégias de preservação e diagnóstico precoce Muitas condições que afetam a periferia da visão, como a hipertensão ocular que precede o glaucoma, são silenciosas. Diferente de uma miopia ou astigmatismo, que manifestam sintomas claros de embaçamento, a perda de campo visual periférico ocorre de forma insidiosa. O paciente adapta-se à falta de visão lateral sem perceber, até que o dano já seja significativo. A realização de exames preventivos, como a campimetria computadorizada, é o padrão ouro para mapear a sensibilidade da retina em toda a sua extensão, e não apenas no ponto focal. Além disso, o controle da pressão intraocular e o monitoramento da saúde da retina são procedimentos indispensáveis para quem busca manter a autonomia e a segurança espacial ao longo dos anos. A nitidez é apenas uma fração da nossa capacidade visual; o verdadeiro domínio sobre o espaço que ocupamos depende da integridade total do nosso campo de visão. O acompanhamento regular com o oftalmologista é a única forma de garantir que essa “janela” periférica continue aberta e funcional, prevenindo acidentes que, muitas vezes, poderiam ser evitados com uma simples medição de pressão ocular e análise de fundo de olho.

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O preço da autonomia: por que a reserva de emergência é o seu verdadeiro seguro contra o imprevisto

Você já sentiu aquele frio na espinha ao ouvir um barulho estranho no motor do carro ou ao notar um clima de instabilidade na empresa onde trabalha? Para a maioria das pessoas, esse sentimento não é apenas preocupação técnica ou profissional; é o medo visceral de perder o chão financeiro. A verdade é que a vida não pede licença para acontecer, e é justamente aqui que a reserva de emergência deixa de ser um conceito de livro e se torna o seu maior ativo de liberdade. Muitas vezes, olhamos para os investimentos buscando o “pulo do gato”, aquela ação que vai valorizar 300% ou a criptomoeda que promete ser o próximo Bitcoin. Mas tentar construir um patrimônio sem uma base sólida é como erguer um arranha-céu sobre a areia. Se um imprevisto surge e você tem todo o seu capital preso em ativos voláteis ou sem liquidez, você será forçado a vender na pior hora possível, realizando prejuízos que poderiam ter sido evitados. O cálculo da tranquilidade A reserva de emergência não é um valor aleatório. Ela deve ser personalizada de acordo com o seu custo de vida e, principalmente, com a sua previsibilidade de renda. Um funcionário público estatutário pode se sentir seguro com três a seis meses de despesas cobertas. Já um profissional autônomo ou um freelancer precisa de uma margem maior, talvez doze meses, para navegar pelos meses de vacas magras sem entrar no cheque especial. Imagine o caso do Ricardo, um designer freelancer. Ele gasta, em média, R$ 4.000 por mês para manter suas contas em dia. Se Ricardo decide ignorar a reserva e investir tudo o que sobra em ações de dividendos, ele está vulnerável. Se um cliente grande rescinde o contrato e o computador dele quebra na mesma semana, Ricardo terá que resgatar suas ações — talvez em um momento de queda da Bolsa — para pagar o conserto e o aluguel. Ele perdeu dinheiro na venda e interrompeu o efeito dos juros compostos no longo prazo. Se ele tivesse R$ 24.000 (seis meses de custo de vida) em um investimento de alta liquidez e baixíssimo risco, o problema seria apenas um contratempo técnico, não uma crise existencial. Onde estacionar esse dinheiro? Aqui a regra de ouro é: segurança e liquidez imediata. A reserva de emergência não serve para te deixar rico, mas para evitar que você fique pobre. Por isso, esqueça a volatilidade do mercado cripto ou o prazo de carência de alguns LCIs para esse montante específico. As opções mais sensatas no cenário brasileiro continuam sendo: Tesouro Selic: O título mais seguro do país, com rendimento diário e liquidez rápida. CDBs de Liquidez Diária: De bancos sólidos, que paguem pelo menos 100% do CDI. Contas remuneradas: Desde que ofereçam garantia do FGC ou aplicação em títulos públicos. A poupança, embora popular, costuma perder para a inflação no longo prazo, o que significa que o seu “seguro” está encolhendo enquanto você dorme. Migrar para um CDB de liquidez diária é o primeiro passo para uma mentalidade financeira mais madura. A psicologia por trás do colchão financeiro Existe um ganho invisível na reserva de emergência: a capacidade de dizer “não”. Quando você tem um colchão financeiro, você não aceita qualquer projeto por desespero. Você não se sujeita a ambientes de trabalho tóxicos apenas porque a conta bancária está zerada. A reserva compra tempo, e tempo é o recurso mais escasso que possuímos.

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Do caos ao controle: o mapa mental para organizar suas finanças sem planilhas complexas

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Sabe aquele domingo à noite em que um silêncio desconfortável paira sobre a sala, não pelo cansaço da semana, mas por aquela conta mental que simplesmente não fecha? Você sabe quanto ganha, mas para onde o dinheiro vai parece um mistério digno de roteiro de suspense. Foi exatamente assim que conheci o Ricardo, um engenheiro brilhante que projetava pontes complexas, mas se sentia um náufrago ao abrir o extrato bancário. O erro do Ricardo era o mesmo de muita gente: ele acreditava que, para dominar as finanças, precisava de uma planilha de trinta abas, fórmulas de Excel avançadas e o registro minucioso de cada cafézinho. Spoiler: ele desistia na segunda semana de cada mês.

O controle financeiro real não nasce da burocracia, mas da clareza visual e da intenção. Para tirar o Ricardo do caos, não instalamos um software novo. Nós desenhamos um mapa mental. O primeiro passo foi separar o que chamamos de Sobrevivência do Estilo de Vida. Muita gente mistura o aluguel com o jantar japonês de sexta-feira na mesma categoria de “gastos”. No mapa mental, a Sobrevivência é o alicerce — aluguel, luz, internet, mercado básico. O Estilo de Vida é o que dá cor à rotina, mas é elástico. Se as coisas apertam, o Estilo de Vida encolhe; a Sobrevivência, não.

Quando ele visualizou que 60% da renda dele estava “presa” na base, ele entendeu por que nunca sobrava para investir. Em seguida, atacamos o fantasma da insegurança. Sem uma reserva de emergência, qualquer pneu furado ou consulta médica inesperada vira uma dívida no cartão de crédito. Sugeri que ele começasse pelo simples: um CDB de liquidez diária ou o Tesouro Selic. A mágica aqui não é a rentabilidade astronômica, mas a paz de espírito. Saber que você tem seis meses de custo de vida guardados muda a forma como você caminha e até como você negocia seu salário.

Engrenagem da renda passiva: Transformando dividendos em funcionários que trabalham 24h para você

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Você já parou para calcular quanto custa, exatamente, uma hora da sua vida? A maioria das pessoas passa décadas vendendo blocos de tempo em troca de um salário, uma transação linear onde, se o esforço para, a remuneração cessa. A verdadeira virada de chave na mentalidade financeira acontece quando você deixa de ser o único motor da sua economia e passa a construir uma engrenagem de ativos. É aqui que entra o conceito de transformar dividendos em “funcionários” que trabalham 24 horas por dia, sem férias, sem encargos trabalhistas e com um único objetivo: gerar mais capital. No mundo dos investimentos, cada real alocado em um ativo gerador de renda — seja uma ação que paga dividendos, um Fundo Imobiliário (FII) ou até o staking de criptoativos como Ethereum — funciona como um colaborador silencioso. Se você possui cotas de um FII de logística, por exemplo, centenas de pessoas estão trabalhando naqueles galpões, caminhões estão entrando e saindo, e contratos de aluguel estão sendo cumpridos. Você não precisa gerir a operação, mas uma fração daquele lucro cai na sua conta mensalmente. Isso é a materialização do capital trabalhando para o investidor. A anatomia da engrenagem: O Yield on Cost Para entender a eficiência desses “funcionários”, precisamos olhar para uma métrica muitas vezes negligenciada: o Yield on Cost (YoC). Imagine que você comprou ações de uma empresa de energia elétrica há cinco anos por R$ 20,00, e na época ela pagava R$ 1,20 de dividendo anual (6% de yield). Hoje, essa mesma ação custa R$ 40,00 e paga R$ 2,40 de dividendos. Para quem compra hoje, o yield continua sendo 6%. Mas para você, que travou o preço de entrada lá atrás, o seu “funcionário” agora rende 12% sobre o valor que você efetivamente desembolsou. Essa progressão é o que separa o investidor de curto prazo, que se assusta com a volatilidade da Bolsa, do estrategista focado em construção de patrimônio. O tempo não apenas acumula juros compostos; ele aumenta a eficiência do seu capital inicial. Exemplo Prático: A escada dos proventos Considere um cenário real de organização financeira. Um investidor decide aportar R$ 2.000,00 todos os meses. 1. Fase 1 (A Recrutagem): No início, os dividendos são pequenos, talvez R$ 15,00 ou R$ 20,00. É o equivalente a um estagiário que mal paga o próprio café. 2. Fase 2 (O Ponto de Equilíbrio): Após alguns anos de aportes constantes e reinvestimento dos dividendos, a carteira começa a gerar R$ 500,00 mensais. Aqui, seus “funcionários” já pagam a sua conta de luz, internet e condomínio. 3. Fase 3 (A Autossuficiência): O montante de dividendos atinge o valor do seu aporte mensal. Nesse estágio, a engrenagem gira sozinha. Mesmo que você pare de injetar dinheiro do seu trabalho, a carteira “se alimenta” e continua crescendo. Essa lógica também se aplica ao mercado cripto de forma analítica. Enquanto o Bitcoin atua como uma reserva de valor (o “ouro digital”), protocolos de Finanças Descentralizadas (DeFi) permitem que você coloque seus ativos para prover liquidez ou segurança à rede em troca de taxas. É uma camada adicional de produtividade para um ativo que, por natureza, já tende a se valorizar pela escassez.

O check-up sem tabu: Desmistificando a primeira conversa no consultório urológico

Você já parou na porta de um consultório, deu meia-volta e pensou: “Ah, semana que vem eu ligo”, só porque o assunto era urologia? Se a resposta for sim, saiba que você faz parte da maioria. Existe uma mística quase folclórica em torno da primeira consulta com um urologista, como se o paciente estivesse entrando em um território proibido ou prestes a enfrentar um interrogatório desconfortável. Mas a verdade é que, atrás daquela porta, o que acontece é muito mais parecido com uma revisão de rotina do seu carro do que com um filme de drama. O urologista é, em essência, o engenheiro do nosso sistema de “encanamento” e filtragem.

Ele cuida dos rins, da bexiga, da uretra e, no caso dos homens, da próstata e da saúde sexual. Muitas vezes, o paciente chega com uma tensão visível, ombros travados, esperando que o médico vá direto para o exame de toque retal. Na realidade, a conversa começa muito antes de qualquer exame físico. Pense no caso do “Seu Jorge”, um paciente hipotético, mas muito comum na minha rotina. Ele chegou ao consultório queixando-se de cansaço excessivo e de que estava acordando quatro vezes por noite para urinar. Ele achava que era “coisa da idade”. Durante a conversa, percebemos que o jato urinário dele estava fraco e que ele sentia uma leve ardência ao urinar.

O que Jorge tinha não era apenas o envelhecimento natural, mas uma Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) — um crescimento comum da próstata que, se não tratado, pode levar à retenção urinária e até problemas renais sérios. Ao tratar a próstata, ele voltou a dormir a noite toda e o humor melhorou drasticamente. É sobre qualidade de vida, não apenas sobre evitar doenças. Nesse primeiro papo, o médico vai querer saber sobre o seu ritmo. Como está o fluxo da urina? Você sente que a bexiga nunca esvazia totalmente?
Tratamento disfunção Erétil
Há sangue na urina ou alguma dor lombar persistente? Esses detalhes ajudam a identificar desde cálculos renais (as famosas pedras nos rins) até infecções urinárias silenciosas. Para os homens, a conversa também entra em terrenos que muitos evitam até com os melhores amigos: a saúde sexual. Falar sobre disfunção erétil ou baixa testosterona ainda é um tabu, mas para o urologista, isso é um marcador de saúde vascular e hormonal. A andropausa, ou o declínio da testosterona, não é o fim da linha; é apenas uma fase que exige ajuste fino para que o homem continue se sentindo disposto e ativo.

Mantenha-se atualizado com as leis e tendências imobiliárias

Vejamos algumas considerações que o ajudarão a cumprir suas responsabilidades enquanto avança em sua carreira como agente imobiliário. Expanda sua esfera de influência – Uma maneira de construir contatos e gerar leads é por meio de um modelo de negócios de esfera de influência imobiliária (SOI) . Essa estratégia de networking se concentra na geração de leads imobiliários por meio das pessoas que você já conhece, incluindo sua família, amigos, colegas de classe, colegas de trabalho, membros de equipes esportivas e até prestadores de serviços (por exemplo, seu médico e cabeleireiro).

A melhor maneira de acompanhar todos os nomes e informações de contato é em um só lugar, como em um programa de planilha (por exemplo, Excel), no banco de dados de contatos do seu e-mail ou usando um software comercial. Depois de estabelecer seu banco de dados SOI, é fácil adicionar contatos à medida que você conhece pessoas: em eventos da comunidade, por meio de conhecidos mútuos ou outros meios. Quanto mais pessoas você tiver em sua lista, maior será seu SOI e melhores serão suas chances de indicação. Planeje enviar um anúncio de “novo agente” – por correio, telefone, e-mail, texto ou qualquer combinação adaptada a cada tipo de contato: quando você começar sua carreira, bem como atualizações periódicas e mensagens para manter seu SOI pensando sobre você e sua imobiliária.
https://indiceimoveis.com.br/aluguel/casa-em-condominio/ribeirao-preto/